Filha de pastor, atriz do filme ‘Aladdin’ faz ação social na África po

02/06/2019

Naomi Scott está no seleto grupo de atores e atrizes da nova geração de Hollywood. Com apenas 26 anos, ela já está entre às estrelas do cinema. Um papel de destaque interpretado por ela recentemente foi no filme Aladdin, da Disney, como uma princesa, mas fora das câmeras outra coisa chama mais atenção na vida da atriz.

Naomi é filha de um pastor britânico de origem indiana. A atriz mora atualmente nos Estados Unidos, mas seus pais vivem na Inglaterra, onde lideram a congregação The Bridge Church, no nordeste de Londres.

Questionada como faz para conciliar sua fama e carreira com a fé cristã, a atriz é precisa em sua resposta: “Meu marido e eu estávamos falando sobre isso ontem. Às vezes nos perguntam: ‘Como você concilia sua fé e o que faz?’ Mas para mim, não sei como faria da vida sem a minha fé”, disse ela.

A atriz integra um projeto junto com a sua igreja, chamado Compassion International, que faz ações voluntárias em países como Ruanda e Etiópia, na África. Naomi fala da sua experiência como jovem missionária e o quanto isso lhe fortalece ainda mais na fé em Jesus Cristo.

“Essa paz que você sabe que é amada e valorizada é algo que me mantém incrivelmente firme, incrivelmente focada. Honestamente, eu não vejo isso [fé e trabalho] como algo distinto, isso é uma soma. Minha fé é apenas uma parte de quem eu sou e o que faço”, explica a atriz.

Vivendo entre celebridades e os holofotes da mídia, onde a imagem e outros atrativos superficiais pensam muito, Naomi diz não sentir este peso, porque mantém a sua identidade como pessoa focada em sua fé cristã, algo que independe de qualquer circunstância.

“Não importa o que aconteça, não importa o que alguém diga sobre mim no Twitter, o que quer que seja no futuro, saber que isso não me define é incrível”, disse ela, segundo o Eonline.

“Saber que [essas coisas] não afetam minha identidade de qualquer maneira ou formato (embora seja mais fácil dizer do que fazer às vezes), isso é a coisa que me mantém seguindo, focando no que é o principal, a coisa principal a todo momento”, conclui.

Fonte: Gospel Mais

“Todo o poder de Satanás é com a permissão” de Deus, diz pastor John P

02/06/2019

Em mais um capítulo do seu programa de rádio “Pergunte ao Pastor John“, o pastor americano John Piper respondeu a pergunta de um ouvinte que desejou saber qual seria o tamanho do “poder de Satanás” sobre o mundo.

A indagação do ouvinte parte de um dos assuntos mais delicados na teologia cristã, mas que o pastor Piper soube explicar de forma simples – de acordo com a sua perspectiva – o motivo pelo qual Satanás consegue exercer o mal no mundo.

“Em Mateus 4: 9 e em Lucas 4: 6 , de que autoridade Satanás está falando? Ele está mentindo que ele tem autoridade para dar? Ou ele realmente tem autoridade sobre a terra? Se sim, o que é isso, e como isso se relaciona com a completa soberania de Deus sobre todas as coisas?”, perguntou o ouvinte.

“Minha primeira resposta é que, se Jesus adorasse a Satanás, naturalmente Jesus teria abdicado de sua autoridade divina. Ele teria deixado de ser Deus. Se ele estivesse adorando o diabo, ele não seria Deus. O diabo seria Deus. Satanás então lhe daria o mundo inteiro e ainda controlaria o mundo porque Jesus não seria Deus”, disse Piper.

“Ele [Jesus] seria o lacaio de Satanás. Tudo isso, é claro, não aconteceu e não pôde acontecer. Satanás, como sempre, era um tolo para sugerir isso. Ele é um idiota. Ele está sempre dizendo coisas estúpidas”, acrescentou o pastor, explicando em seguida a razão pela qual tal destino não poderia acontecer.

“Observe as palavras de Lucas 4: 6 . Satanás não é a autoridade suprema no mundo porque, em Lucas 4: 6 , ele admite isto: ‘A ti darei toda esta autoridade e sua glória, porque me foi entregue ‘. Por quem? Deus”, diz Piper, argumentando que o poder de Satanás sobre a terra foi uma consequência do pecado humano em desobediência a Deus.

“Em sua soberania, Deus considerou sábio, como parte de sua maldição sobre o mundo após a queda de Adão e Eva, dar a Satanás um enorme poder neste mundo”, explica o pastor. “Mas ele não tem poder supremo”, acrescenta, explicando que o poder de Satanás é insignificante diante de Deus.

“Nós não somos dualistas. Nós não achamos que Deus e Satanás estão lutando pelo poder no universo. Deus é Deus, não Satanás. Satanás não é Deus. Todo o poder de Satanás é com permissão. Ele não tem autonomia para fazer algo que Deus não permita para propósitos infinitamente sábios”, conclui Piper, segundo o Desirin Ggod.

Fonte: Gospel Mais

Cristão que falta ao culto para assistir futebol precisa rever suas pr

02/06/2019

O futebol é uma paixão do brasileiro, e para muitas pessoas – incluindo cristãos – se torna um ídolo, algo que ocupa um espaço exagerado no coração. Em alguns casos, há fiéis que deixam de ir aos cultos quando o jogo de seu time coincide com o horário da celebração. Preocupado com isso, o pastor Renato Vargens produziu um artigo de exortação.

Segundo o pastor, “inúmeras pessoas costumam deixar de ir à igreja, para assistirem no estádio ou em casa o jogo do seu time de futebol”, o que evidencia uma prioridade equivocada.

“O Campeonato Brasileiro começou há algumas semanas e confesso que seu início serviu para me deixar muito preocupado com alguns daqueles que se dizem cristãos”, explicou Vargens, lamentando que, além de faltar aos cultos, muitos fiéis se comportam de maneira inadequada nas redes sociais diante de provocações, “não poupando palavrões bem como expressões que não convém aos santos ao se sentirem contrariados pelos torcedores rivais”.

Renato Vargens ponderou que “por mais que se goste de um time de futebol” é inaceitável para “um cristão deixar de ir a um culto para ficar em casa assistindo uma partida futebolística”.

“Sinceramente questiono as prioridades daqueles que optam ver o jogo do seu time a servir ao Senhor com os irmãos num culto de domingo. Ouso afirmar que os que sentem mais prazer nisso, definitivamente precisam rever seus valores”, alertou.

Palavrões

“Não consigo entender as palavras ríspidas e agressivas ditas por alguns dos nossos irmãos nas redes sociais para com aqueles que torcem para times diferentes dos seus. Não sei se você percebeu, mas, o fato do time de alguns dos crentes ter sido eliminado, perdido uma partida importante, ou até mesmo ido para a segunda divisão, tem transformado torcedores em seres mal-educados”, acrescentou o pastor, enfatizando sua indignação com a conduta de parte dos irmãos na fé.

“Confesso que estou assustado com a verborragia utilizada por alguns que em nome do amor clubístico tem vociferado palavras ofensivas e de baixo calão a todos aqueles que deles discordam”, insistiu Vargens. “Lamentavelmente um número incontável de crentes tem demonstrado nas redes sociais que amam muito mais o seu time do que Aquele que o salvou”.

Ao final do artigo, publicado no portal Pleno News, Renato Vargens expressou tristeza por constatar que as pessoas que falam com paixão de seus times, em muitas ocasiões “são incapazes de testemunhar do Deus que o salvou”: “Choram na derrota do seu time, mas, não se quebrantam diante da Palavra do Senhor; são intrépidos para falar do seu clube, mas incapazes de pregarem Cristo; cantam os hits futebolísticos com paixão e devoção, mas não se emocionam diante do Eterno; abraçam aqueles que nunca viram na hora do gol, mas são incapazes de abraçarem seus irmãos em Cristo”.

Fonte: GospelMais

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